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  • 06.02.17
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  • João Pedro Junior
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Usando a gestão móbile do modelo ecológico para promover atividade física

A inatividade física tem aumentado de maneiraepidêmica, refletindo diretamente no aumentodos índices de morbimortalidade das doenças crônicas degenerativas. Levantamentos da Organização Mundialde Saúde apontam que o sedentarismo por si só respondeanualmente por aproximadamente dois milhões de mortes por todo o mundo.1 Não há médico que não saiba da importância da atividade física para a saúde, todavia, quase todos se sentem impotentes em traduzir esse conceito em uma prescrição bem-sucedida para seus pacientes, até porque pessoalmente ou familiarmente não conseguiram nada melhor! Muito do insucesso mencionado deve-se ao fato decentrarmos atenções no paciente, esquecendo de seu entorno social, político e físico, que poderá favorecer ou impedir que ele adote esse comportamento ativo. Neste artigo,procuraremos resumir resultados promissores que estão sendo obtidos no Brasil, em intervenções mais modernase abrangentes dos determinantes da atividade física. Uma parceria entre a Secretaria de Estado da Saúdede São Paulo e o Centro de Estudos do Laboratório deAptidão Física de São Caetano do Sul (Celafiscs), com maisde 300 instituições governamentais, não-governamentaise do setor privado, entre as quais a Associação Paulista deMedicina, mantém o Agita São Paulo. O programa temcomo objetivo a promoção do nível de atividade física dapopulação, assim como o do conhecimento dos benefíciosde uma vida ativa; tendo três populações-alvo: escolares,trabalhadores e idosos.2